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Senti necessidade de me expressar de outra forma que não através da música e da fotografia, antigas paixões. E foi uma surpresa quando vi que a matéria-prima com que trabalho há tanto tempo, a linguagem, poderia me dar a tábua de salvação expressiva de que eu tanto precisava e que tem me ajudado muito nos meus melhores e piores momentos, a poesia.

Vou listar aqui algumas dessas minhas tentativas de escrever poemas, cronologicamente. Todos os textos são de minha autoria. Mas como até meu romantismo é extremo, você não encontrará aqui poemas românticos nem melosos. São mais humanistas e existenciais, e como tudo ligado à existência, podem, eventualmente, demonstrar algum peso e pessimismo. Não tenho pretensão outra a não ser expressar minhas dores, loucuras, alegrias, dúvidas, angústias, revoltas e outros sentimentos que moram em mim.

Claudia Pinelli Baraúna Rêgo Fernandes®

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"Se eu ler algo e ele fizer meu corpo inteiro gelar, de uma forma que não haja fogo que possa me aquecer, eu sei que se trata de Poesia."



Emily Dickinson

domingo, 12 de setembro de 2010

Nota de falec... Ops. de esclarecimento.

Para que as pessoas não pensem que eu morri, deixo aqui uma mensagem:

Minha inspiração, se é que existe alguma que ajude a criar e justifique minhas humildes poesias, só se aproxima da minha pessoa, quando sente uma atmosfera bem down em torno de mim.

Quando isso não acontece, ela mantem a distância aconselhável para que haja o tal do bloqueio criativo, que no meu caso, chega ao escandaloso e rebelde índice "zero".

Portanto, peço desculpas a quem, porventura, se aventure por essas paragens poéticas, mas enquanto estiver numa fase light e felizinha de minha vida, nada de poemas.

Sorry, folks!

Um bjo,

Claudia Pinelli.
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