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Senti necessidade de me expressar de outra forma que não através da música e da fotografia, antigas paixões. E foi uma surpresa quando vi que a matéria-prima com que trabalho há tanto tempo, a linguagem, poderia me dar a tábua de salvação expressiva de que eu tanto precisava e que tem me ajudado muito nos meus melhores e piores momentos, a poesia.

Vou listar aqui algumas dessas minhas tentativas de escrever poemas, cronologicamente. Todos os textos são de minha autoria. Mas como até meu romantismo é extremo, você não encontrará aqui poemas românticos nem melosos. São mais humanistas e existenciais, e como tudo ligado à existência, podem, eventualmente, demonstrar algum peso e pessimismo. Não tenho pretensão outra a não ser expressar minhas dores, loucuras, alegrias, dúvidas, angústias, revoltas e outros sentimentos que moram em mim.

Claudia Pinelli Baraúna Rêgo Fernandes®

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"Se eu ler algo e ele fizer meu corpo inteiro gelar, de uma forma que não haja fogo que possa me aquecer, eu sei que se trata de Poesia."



Emily Dickinson

domingo, 1 de novembro de 2009

Irish feelings



Irish feelings



In the beautiful and vast fields of Ireland
In green landscape with colorful flowers
Here I stand


When there is no actual time and places
And only in my most wonderful dreams
Empty spaces


So we meet, two lost souls, side by side
Through those woods, hearts full of joy
We ride


Both of us, without any pride or shame
A sincere rendezvous of naked bodies
Burning flame


It’s new and familiar at the same time
We’ve just known each other before
So sublime


Then I can see you can feel, my dear
It’s me, your unique immortal beloved
No more fear





Claudia Fernandes




01 de novembro de 2009
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