Caminhava solitária por uma rua deserta e escura...
Na verdade, nem estava tão só, pois a vegetação fechada e uma névoa densa me acompanhavam aonde quer que eu fosse.
Se eu tinha medo? Não.
Curioso, pois tenho medo de algumas coisas, por exemplo de andar sozinha em ruas escuras e desertas, mas nesse dia, me sentia forte, destemida, nem sei bem o motivo.
Talvez pela paisagem maravilhosa e onírica que me trazia recordações atávicas, de um tempo mesmo que eu nem vivi.
Ou talvez o verde das árvores doava um pouco de ar puro que me proporcionava a sensação de respirar melhor, me fazendo por isso, pensar mais claramente e assim poder ter uma ideia incrível, caso fosse necessário.
Talvez porque aquela névoa tão pesada parecia me envolver em seus braços e dessa forma, me fazia crer que me defenderia de qualquer perigo.
Ou quem sabe apenas porque era uma noite escura numa rua deserta, coberta por uma névoa de arrepiar, e eu estava completamente bêbada e sentia a liberdade latente em meu corpo e em minha alma.
Os bêbados geralmente perdem o medo do perigo.
Ou quem sabe eu não sei de nada mesmo...
Claudia Pinelli.
16 de abril de 2011.
sábado, 16 de abril de 2011
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O Mato, o Rio e o Céu.
O Mato tem cheiro de verde,
de vida
e me traz uma sensação de sentir
o cheiro de Deus.
O Rio lava a minha alma
cheia de dúvidas e temores
e é como se me dissesse:
"calma, filha, purifica sua alma,
limpa seu corpo e vai."
O Céu me dá esperança
de que amanhã será outro dia
e que tudo pode dar certo,
basta acreditar.
Olhar para o Mato,
para o Rio
e para o Céu me dá a exata noção
de que há muita coisa visível
somente aos olhos atentos
a certas delicadezas
e que elas passam despercebidas
aos olhos da maioria apressada
que vive correndo
para não perder a hora.
Voltar para casa
depois de uma tarde dessa
é revigorante
e me faz querer viver melhor
e fazer da vida
de quem vive comigo
cada vez mais agradável.
Bom dia!
Claudia Pinelli.
22 de setembro de 2010.
de vida
e me traz uma sensação de sentir
o cheiro de Deus.
O Rio lava a minha alma
cheia de dúvidas e temores
e é como se me dissesse:
"calma, filha, purifica sua alma,
limpa seu corpo e vai."
O Céu me dá esperança
de que amanhã será outro dia
e que tudo pode dar certo,
basta acreditar.
Olhar para o Mato,
para o Rio
e para o Céu me dá a exata noção
de que há muita coisa visível
somente aos olhos atentos
a certas delicadezas
e que elas passam despercebidas
aos olhos da maioria apressada
que vive correndo
para não perder a hora.
Voltar para casa
depois de uma tarde dessa
é revigorante
e me faz querer viver melhor
e fazer da vida
de quem vive comigo
cada vez mais agradável.
Bom dia!
Claudia Pinelli.
22 de setembro de 2010.
domingo, 12 de setembro de 2010
Nota de falec... Ops. de esclarecimento.
Para que as pessoas não pensem que eu morri, deixo aqui uma mensagem:
Minha inspiração, se é que existe alguma que ajude a criar e justifique minhas humildes poesias, só se aproxima da minha pessoa, quando sente uma atmosfera bem down em torno de mim.
Quando isso não acontece, ela mantem a distância aconselhável para que haja o tal do bloqueio criativo, que no meu caso, chega ao escandaloso e rebelde índice "zero".
Portanto, peço desculpas a quem, porventura, se aventure por essas paragens poéticas, mas enquanto estiver numa fase light e felizinha de minha vida, nada de poemas.
Sorry, folks!
Um bjo,
Claudia Pinelli.
Minha inspiração, se é que existe alguma que ajude a criar e justifique minhas humildes poesias, só se aproxima da minha pessoa, quando sente uma atmosfera bem down em torno de mim.
Quando isso não acontece, ela mantem a distância aconselhável para que haja o tal do bloqueio criativo, que no meu caso, chega ao escandaloso e rebelde índice "zero".
Portanto, peço desculpas a quem, porventura, se aventure por essas paragens poéticas, mas enquanto estiver numa fase light e felizinha de minha vida, nada de poemas.
Sorry, folks!
Um bjo,
Claudia Pinelli.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Do Sertão ao Litoral
Estava pegando a estrada do Sertão
Por um momento sentia frio no calor
Salvador era a minha incerta direção
Será que iria encontrar o meu amor?
O céu era belo, claro, nublado e azul
Parecia que queria me sussurrar algo
A paisagem, os cactos, o rio e o teiú
Conflitos entre o servo e seu fidalgo.
Não ouvia bem o que me murmurava
Aquilo soava tão distante, até difuso
A tristeza vinha, me fazia de escrava
E meu mundo ficava deveras confuso
Referia-se, então, o imponente céu
Ao amor que não seria correspondido
Ou à realidade deturpada num painel
Deste país cada dia mais esquecido?
Acabei a viagem e acho que descobri
O que afinal o céu, inquieto, me dizia
Falava ele sobre o amor que não vivi
Ou um alô para acordar a cidadania?
O meu amor já não morava mais aqui
Já um tempo mudado de cidade havia
Aquele amigo céu tentava me prevenir
E agora um infeliz vazio em mim jazia!
Agarro-me a outra hipótese suscitada
As novas viagens nunca serão iguais
Um novo olhar, uma atenção apurada
E a partir daí, a tola alienação jamais!
Claudia Fernandes.
06 de abril de 2010.
Por um momento sentia frio no calor
Salvador era a minha incerta direção
Será que iria encontrar o meu amor?
O céu era belo, claro, nublado e azul
Parecia que queria me sussurrar algo
A paisagem, os cactos, o rio e o teiú
Conflitos entre o servo e seu fidalgo.
Não ouvia bem o que me murmurava
Aquilo soava tão distante, até difuso
A tristeza vinha, me fazia de escrava
E meu mundo ficava deveras confuso
Referia-se, então, o imponente céu
Ao amor que não seria correspondido
Ou à realidade deturpada num painel
Deste país cada dia mais esquecido?
Acabei a viagem e acho que descobri
O que afinal o céu, inquieto, me dizia
Falava ele sobre o amor que não vivi
Ou um alô para acordar a cidadania?
O meu amor já não morava mais aqui
Já um tempo mudado de cidade havia
Aquele amigo céu tentava me prevenir
E agora um infeliz vazio em mim jazia!
Agarro-me a outra hipótese suscitada
As novas viagens nunca serão iguais
Um novo olhar, uma atenção apurada
E a partir daí, a tola alienação jamais!
Claudia Fernandes.
06 de abril de 2010.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Take me out tonight
So many people around me
People in the streets
People at work
People at home
People in my bed
People everywhere
So, why do I feel so alone?
Why this sensation inside of me?
A loneliness that never disappears
A solitude that looks like spears
An emptiness fills all spaces
Nothing seems everything
My body freezes in the heat
Clock is ticking out of beat
Empty like a vacuum
Alone as a hermit
Cold like an ice
Useless as an advice
Take me out tonight
Take me to another place
Where there is something new
something different of blue.
Claudia Fernandes
06 de janeiro de 2010.
People in the streets
People at work
People at home
People in my bed
People everywhere
So, why do I feel so alone?
Why this sensation inside of me?
A loneliness that never disappears
A solitude that looks like spears
An emptiness fills all spaces
Nothing seems everything
My body freezes in the heat
Clock is ticking out of beat
Empty like a vacuum
Alone as a hermit
Cold like an ice
Useless as an advice
Take me out tonight
Take me to another place
Where there is something new
something different of blue.
Claudia Fernandes
06 de janeiro de 2010.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Obrigada!
Recebi, entre outros emails, três com palavras que realmente me tocaram.
Quis postar aqui para dividi-los com os outros visitantes:
Primeiro:
"Achei importante parabenizar você por ser artista e dizer que Deus te abençoou com um dom que poucas pessoas possuem e se todas fossem como vc uma alma boa, pura e sobretudo de uma grandeza ao ponto de escrever tais poesias que alimentam nossa alma, com certeza seria uma passagem pela terra repleta de shows num palco iluminado.
Meus parabens e sucesso sempre!
Débora Medeiros"
Segundo:
"Claudia, bom dia
ontem eu estava passeando pela internet quando me deparei em um de seus blogs e fiquei encantado com um pensamento seu.
Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia. Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia. Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.
Claudia Fernandes
como tenho um blog (bem simplorio) aonde coloco palavras que demonstram muito do que penso gostaria de pedir a voce a autorização para postar este seu pensamento.
Meu blog é http://listadesonhos.blogspot.com
beijos
joao"
E, terceiro:
"Claudinha, olha só que lindo
http://listadesonhos.blogspot.com/2009/11/necessidade.html
beijos e muito obrigado pela oportunidade
joao"
Esse é o nosso maior incentivo.
Muito obrigada!
Claudia Fernandes.
25 de novembro de 2009.
Quis postar aqui para dividi-los com os outros visitantes:
Primeiro:
"Achei importante parabenizar você por ser artista e dizer que Deus te abençoou com um dom que poucas pessoas possuem e se todas fossem como vc uma alma boa, pura e sobretudo de uma grandeza ao ponto de escrever tais poesias que alimentam nossa alma, com certeza seria uma passagem pela terra repleta de shows num palco iluminado.
Meus parabens e sucesso sempre!
Débora Medeiros"
Segundo:
"Claudia, bom dia
ontem eu estava passeando pela internet quando me deparei em um de seus blogs e fiquei encantado com um pensamento seu.
Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia. Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia. Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.
Claudia Fernandes
como tenho um blog (bem simplorio) aonde coloco palavras que demonstram muito do que penso gostaria de pedir a voce a autorização para postar este seu pensamento.
Meu blog é http://listadesonhos.blogspot.com
beijos
joao"
E, terceiro:
"Claudinha, olha só que lindo
http://listadesonhos.blogspot.com/2009/11/necessidade.html
beijos e muito obrigado pela oportunidade
joao"
Esse é o nosso maior incentivo.
Muito obrigada!
Claudia Fernandes.
25 de novembro de 2009.
domingo, 1 de novembro de 2009
Irish feelings
Irish feelings
In the beautiful and vast fields of Ireland
In green landscape with colorful flowers
Here I stand
When there is no actual time and places
And only in my most wonderful dreams
Empty spaces
So we meet, two lost souls, side by side
Through those woods, hearts full of joy
We ride
Both of us, without any pride or shame
A sincere rendezvous of naked bodies
Burning flame
It’s new and familiar at the same time
We’ve just known each other before
So sublime
Then I can see you can feel, my dear
It’s me, your unique immortal beloved
No more fear
Claudia Fernandes
01 de novembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Superconsciência
Sinto-me tão só.
Tranco-me aqui no quarto escuro
Assim, não me sobram mais lugares vazios aonde ir
Nem sombras pesando sobre o pensamento impuro
Engano tamanho!
Como fugir dessa cálida ebulição
De algo que está encravado no fundo desse meu ser
E que insiste como única saída essa autodestruição?
Desisto! Impossível!
Aceito a única provável verdade
Não dá para fugir de nós mesmos, da nossa mente
Nem criar outra paralela e só imaginária realidade
Será que não percebo?
Que o espaço é essa mera ilusão?
Minha mente perseguir-me-á por todos os lugares
Não importa aonde vá, pois toda viagem é em vão
Paro e pergunto:
Se você não é algo que tem e sente
Ou seja, se esse braço é seu e esse é o seu nome
Então você não é um nem o outro simplesmente?
Devo desenvolver:
Tendo para o que está a meu favor
Se a mente que se acostuma a comandar é minha
Assim, de fato, serei superior a ela, o seu senhor?
Destarte, concluo:
o que importa é o comando retomar
direcionar a vida da forma que mais me aprouver
decidir o que ouvir, pensar, aonde ir e quem amar
Portanto, meu caro
Não permita que apenas uma parte
De um todo maior e que reside aí em sua consciência
controle seus passos e te mande, inerte, para Marte!
Claudia Fernandes
23 de setembro de 2009
Tranco-me aqui no quarto escuro
Assim, não me sobram mais lugares vazios aonde ir
Nem sombras pesando sobre o pensamento impuro
Engano tamanho!
Como fugir dessa cálida ebulição
De algo que está encravado no fundo desse meu ser
E que insiste como única saída essa autodestruição?
Desisto! Impossível!
Aceito a única provável verdade
Não dá para fugir de nós mesmos, da nossa mente
Nem criar outra paralela e só imaginária realidade
Será que não percebo?
Que o espaço é essa mera ilusão?
Minha mente perseguir-me-á por todos os lugares
Não importa aonde vá, pois toda viagem é em vão
Paro e pergunto:
Se você não é algo que tem e sente
Ou seja, se esse braço é seu e esse é o seu nome
Então você não é um nem o outro simplesmente?
Devo desenvolver:
Tendo para o que está a meu favor
Se a mente que se acostuma a comandar é minha
Assim, de fato, serei superior a ela, o seu senhor?
Destarte, concluo:
o que importa é o comando retomar
direcionar a vida da forma que mais me aprouver
decidir o que ouvir, pensar, aonde ir e quem amar
Portanto, meu caro
Não permita que apenas uma parte
De um todo maior e que reside aí em sua consciência
controle seus passos e te mande, inerte, para Marte!
Claudia Fernandes
23 de setembro de 2009
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Poetry,
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Sombras,
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Vida
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Estranha cidadã
E então ela virava a esquina
de guarda-chuva, bota e sobretudo
falava sobre tudo, de uma forma suave
sobretudo porque não chovia uma chuva fina
Afinal fez calor durante o dia
adiou portanto seu já diário café
mas com fé que o tempo ficaria melhor
e que em breve essa tal tempestade passaria
Ficou um tempo séria, calada
não sabia de que lado queria estar
se queria ser um lago, uma lagoa, um rio
ou então um salgado, selvagem e caudaloso mar
Marchou tonta para o horizonte
horrorizada por uma latente dúvida
escondendo o riso que surgia nos lábios
e algumas rugas que brotavam na sua fronte
Quem era essa pobre estranha cidadã?
Mentia ela sobre tudo e toda a sua vida?
ávida por algumas respostas certas e imediatas
transformava todas as paradas em oportuno divã
Divagava entre a fronte e os lábios
o sorriso escondia lágrimas de tristeza
as rugas mostravam preocupação com seu destino
como, sem tino, poderia ter pensamentos sábios?
Claudia Fernandes
03 de agosto de 2009.
de guarda-chuva, bota e sobretudo
falava sobre tudo, de uma forma suave
sobretudo porque não chovia uma chuva fina
Afinal fez calor durante o dia
adiou portanto seu já diário café
mas com fé que o tempo ficaria melhor
e que em breve essa tal tempestade passaria
Ficou um tempo séria, calada
não sabia de que lado queria estar
se queria ser um lago, uma lagoa, um rio
ou então um salgado, selvagem e caudaloso mar
Marchou tonta para o horizonte
horrorizada por uma latente dúvida
escondendo o riso que surgia nos lábios
e algumas rugas que brotavam na sua fronte
Quem era essa pobre estranha cidadã?
Mentia ela sobre tudo e toda a sua vida?
ávida por algumas respostas certas e imediatas
transformava todas as paradas em oportuno divã
Divagava entre a fronte e os lábios
o sorriso escondia lágrimas de tristeza
as rugas mostravam preocupação com seu destino
como, sem tino, poderia ter pensamentos sábios?
Claudia Fernandes
03 de agosto de 2009.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Você em mim
Através desse olhar
consigo enxergar o seu mundo
sentindo o seu toque
compreendo a real sensação de amar
tendo a sua presença
nada mais falta para ganhar meu dia
ganhando esse sorriso
sou tomada de rara e plena alegria
Um olhar, um mundo
um novo cenário me agita
mergulho nesse oceano profundo
onde toda fantasia é infinita
Um toque, um arrepio
uma nova emoção contamina
por esse frisson eu agora ansio
minha pele cansou de rotina
Uma presença, uma paz
uma nova segurança floresce
feliz trégua a essa dor contumaz
que em meu ser já não padece
Um sorriso, uma sedução
novo desafio se descortina
sem loucura, não existe paixão
logo, enlouquecer será a minha sina?
Claudia Fernandes
18 de junho de 2009.
consigo enxergar o seu mundo
sentindo o seu toque
compreendo a real sensação de amar
tendo a sua presença
nada mais falta para ganhar meu dia
ganhando esse sorriso
sou tomada de rara e plena alegria
Um olhar, um mundo
um novo cenário me agita
mergulho nesse oceano profundo
onde toda fantasia é infinita
Um toque, um arrepio
uma nova emoção contamina
por esse frisson eu agora ansio
minha pele cansou de rotina
Uma presença, uma paz
uma nova segurança floresce
feliz trégua a essa dor contumaz
que em meu ser já não padece
Um sorriso, uma sedução
novo desafio se descortina
sem loucura, não existe paixão
logo, enlouquecer será a minha sina?
Claudia Fernandes
18 de junho de 2009.
domingo, 14 de junho de 2009
Meu verdadeiro e único amor
O amor geralmente me faz tão bem
assim, a sua marcante presença
é sinônimo de paz sem fim
e quando ele está próximo
a felicidade reina em mim
E se o amor pudesse estar comigo
o tempo considerado necessário
aplacaria a minha solidão
de novo teria a segurança
e acalmaria o meu coração
Mas nem sempre meu amor está aqui
às vezes a distância é dolorida
sinto falta da sua risada
há um vazio no meu abraço
esperando por sua chegada
Essa espera parece uma eternidade
os longos dias custam a passar
é só tristeza o meu viver
a esperança, minha aliada
de outra vez eu feliz ser
O dia em que o amarei está perto
é com ele que eu sempre sonho
essa lágrima que derramei
sumirá e ali em seu lugar
só os beijos de quem amei.
Para Júnior.
Claudia Fernandes
14 de junho de 2009
assim, a sua marcante presença
é sinônimo de paz sem fim
e quando ele está próximo
a felicidade reina em mim
E se o amor pudesse estar comigo
o tempo considerado necessário
aplacaria a minha solidão
de novo teria a segurança
e acalmaria o meu coração
Mas nem sempre meu amor está aqui
às vezes a distância é dolorida
sinto falta da sua risada
há um vazio no meu abraço
esperando por sua chegada
Essa espera parece uma eternidade
os longos dias custam a passar
é só tristeza o meu viver
a esperança, minha aliada
de outra vez eu feliz ser
O dia em que o amarei está perto
é com ele que eu sempre sonho
essa lágrima que derramei
sumirá e ali em seu lugar
só os beijos de quem amei.
Para Júnior.
Claudia Fernandes
14 de junho de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
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